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A Dona Aranha e suas peripécias!

“A dona aranha subiu pela parede, veio a chuva forte e a derrubou…”, essa musiquinha até que é bem bonitinha, mas esse bichinho dá um medo! Porém, nossos alunos do Maternal são muito corajosos e brincaram na teia de aranha gigante feita com barbante pelas professoras. Em sala de aula, eles estão aprendendo sobre moradias e começaram pelas próprias casas, falando sobre os cômodos e alguns móveis. A próxima etapa é falar sobre a moradia dos animais e o bichinho da vez é ela: dona aranha! Para mostrar as características do bichinho e sua moradia, a professora montou uma teia de aranha gigante em sala de aula, eles brincaram, cantaram, mas também escutaram atentos à orientação: “Se vocês encontrarem uma aranha em casa sabem o que devem fazer? Chamar o papai e a mamãe e avisá-los”, alertou a professora. A atividade foi muito divertida e envolveu todos os alunos com mais uma junção de brincadeira e aprendizado. Outra vantagem, foram os movimentos solicitados pelas professoras, como passar por baixo da teia, engatinhar e fazer a coreografia da música da dona aranha, que contribuem, e muito, para o desenvolvimento da coordenação motora das crianças. Confira nas fotos a diversão dos alunos enrolados na teia! [new_royalslider id=”105″]

Aguçando os sentidos!

Sabem qual é o sistema responsável por coordenar a maioria das nossas funções e também regular nossas atividades corporais? Estamos falando do sistema nervoso, conteúdo que os alunos do 5° Ano do Ensino Fundamental I estão estudando na disciplina de Ciências. Eles aprenderam que é esse o sistema responsável por reconhecer o que passa pelos nossos cinco sentidos, aqueles que aprendemos desde pequenos no Maternal:  o paladar, a audição, o olfato, o tato e a visão. Depois de estudar e ver na apostila, por meio de ilustrações, como ocorre esse processo dentro do nosso cérebro, chegou a vez de brincar com esses sentidos. Cada aluno contribuiu um pouco para a atividade. Alguns trouxeram objetos, outros alimentos e temperos e aí foi só começar a testar os sentidos. Com os olhos vendados eles tinham que descobrir o que estavam comendo, cheirando e tocando. Para testar o sentido da audição uma música foi ligada em um volume alto e a missão era adivinhar a palavra que o colega, que estava do outro lado da sala, estava falando. Os alunos adoraram a aula de hoje, uma atividade simples, que dá para fazer até mesmo em casa, porém que transmite conhecimento para a vida toda, que tal praticar com seus filhos?  [new_royalslider id=”104″]

What are you wearing? Aulas de Inglês recheadas de experiências do cotidiano!

Com uma mala cheia de diferentes tipos de roupas, a professora Andrea Musial, responsável pelo Programa Bilíngue na Educação Infantil, estimulou os alunos do Nível I “A”, “B” e “C” a aprender sobre as roupas em inglês. Hoje (15/09), entre t-shirts, jackets e dresses os alunos se divertiram agregando ainda mais o vocabulário em inglês. Durante a brincadeira, a teacher apresentou cada peça aos alunos e na sequência pediu que eles vestissem diferentes looks.Os olhares estavam atentos à professora enquanto ela pedia “Repeat with me”, e em seguida cada um falava o que estava vestindo, é claro, em inglês. “I’m wearing a dress” e “I’m wearing a T-shirt”. Sabemos da importância de experiências que simulam situações reais para o aprendizado do idioma, por isso nossa preocupação em oferecer aulas dinâmicas e garantir que nossos alunos se tornem pessoas bilíngues. E você? What are you wearing? [new_royalslider id=”103″]

Aprendendo os números de uma forma divertida!

Na última semana, os alunos do Nível III “A” e “B” jogaram boliche. Porém não foi um simples jogo, afinal os alunos utilizaram a brincadeira para fixar bem o número que estava sendo trabalhado, o 15. E para continuar a contagem da forma animada que começou, hoje foi dia de brincar e, ao mesmo tempo, fixar o número 16. Utilizando o espaço do Playground, os alunos foram divididos em quatro grupos, sendo que cada grupo recebeu 16 prendedores de roupa. Os participantes deveriam colocar os prendedores de roupa no varal, montado pelas professoras, o mais rápido possível. Com todos os grampos suspensos, era a hora de contá-los. A animada atividade não serviu apenas para fixar o número 16, mas também para desenvolver a coordenação motora fina dos nossos alunos, através do ato de abrir, fechar e pendurar os prendedores. Esta simples ação faz com que pequenos músculos do corpo, como os dos dedos, se desenvolvam, ficando mais fortes e melhor capacitados para pegar objetos pequenos. Parece pouco, mas estes movimentos facilitarão o processo de alfabetização, pois dentre outras coisas, as crianças desenvolverão o movimento necessário para pegar e segurar o lápis e fazer os traçados da escrita. [new_royalslider id=”102″]

Aniversário tem que ter festa!

Você conhece o Francisco e a Betina? Eles são os dois personagens especiais da nossa apostila do Nível II “A” e “B”, que ajudam os nossos alunos a aprenderem os conteúdos ministrados. E hoje foi um dia muito especial para os personagens, pois eles comemoraram seus aniversários de 7 anos, número que as crianças estão estudando. E como aniversário que é aniversário tem que ter uma festa animada com bolo, bexiga e brigadeiro, as professoras e os alunos prepararam uma festa para os personagens. O tema não poderia ter sido outro: o número 7! As bexigas, os chapéus de aniversário, os docinhos eram todos decorados com o número 7 e os copos foram enumerados do 1 ao 7, para que os alunos pudessem contar e fixar o conteúdo. O momento de acender as velinhas foi o ápice da diversão, pois a cada vela acesa pelas professoras um coro de alunos seguia contando: “um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete”. Depois do “Parabéns” cantado, foi o momento mais esperado: se deliciar com o bolo de chocolate e os docinhos preparados com todo o amor pelas professoras. Nada mal unir festa de aniversário e aprendizado, não é mesmo? [new_royalslider id=”101″]

Dia de supermercado em sala de aula

Supermercado e farmácia em sala de aula? Sim!!! Afinal, simular estes ambientes foi um jeito perfeito de ensinar aos alunos do 2° Ano “A” sobre as unidades de medidas quilo e grama. Com os produtos destes dois estabelecimentos expostos nas prateleiras, a professora responsável pela turma, Cleidimara dos Santos explicou com mais facilidade sobre as duas unidades de medidas aos alunos. Durante a aula, os alunos eram os consumidores e desta forma iam até as prateleiras e observavam o peso de cada produto exposto, identificando os que estavam em quilo e os que estavam em gramas. Posteriormente, eles dividiram os produtos em “leve” e “pesado” e os colocaram em ordem crescente de peso. Após a visita ao supermercado fictício os alunos iam até a “farmácia”, e desta vez, além de identificar as medidas indicadas nas embalagens de remédios eles também se pesaram em uma balança. “Com essa atividade eles vão aprender a identificar o peso dos produtos, diferenciar grama de quilo, e tudo isso de uma forma mais divertida do que só observar a apostila”, comenta Cleidimara. [new_royalslider id=”100”]

E se ferver? E se congelar? A água e seus estados…

Nada como a demonstração para contribuir com a fixação do conteúdo. E aqui no nosso Colégio isso acontece sempre que possível. Hoje (11/09), os alunos do 1° Ano “A” e “B” do Ensino Fundamental I, que estão aprendendo sobre os estados da água, foram reforçar o aprendizado de uma forma inusitada: na cozinha! As professoras Patrícia Brianese Solak e Verônica Mendes Betim, responsáveis pelas turmas, foram até a cozinha do CEI – Centro de Educação Infantil, para demonstrar as várias fases que a água se apresenta. A forma líquida é a mais conhecida, afinal basta abrir a torneira para ver a água caindo. Para conferir de pertinho a água em seu estado gasoso, as professoras colocaram a água para ferver e logo o vapor apareceu. O estado sólido foi mais divertido, afinal neste estado é possível segurar mais firmemente a água nas mãos, e foi isso que os alunos fizeram até que o gelo começou a derreter e a água escapar novamente. Além de ensinar sobre os estados físicos da água, as professoras também salientaram a importância desse elemento natural fundamental para a vida, destacando a importância que ela tem para nós, para o ambiente em que vivemos, e as consequências da falta dela. Afinal, a preservação da água começa desde cedo.   Clique aqui e confira as fotos.

Um arco-íris de aprendizado!

Você já pensou que é possível aprender sobre cores primárias com músicas, histórias e brincadeiras? Pois nós já pensamos, afinal sempre buscamos formas lúdicas de reforçar o aprendizado dos nossos alunos. E foi por meio de atividades como essas, realizadas durante esta semana, que as crianças do Nível I “A”, “B” e “C” aprenderam sobre o amarelo, azul e vermelho.  A história da “Borboleta Azul” navegou na imaginação, e se transformou em uma borboleta azul de EVA, feita pelos alunos. Suas asas foram decoradas com formas geométricas como quadrado, círculo e triângulo. Formas, que estavam na ponta da língua de cada aluno. O amarelo foi representado pela música do “Pintinho Amarelinho”, que depois de muita cantoria, foi materializada em pintinhos de bexigas amarelas. E em um momento de descontração, as professoras aproveitaram para trabalhar a coordenação e reflexo, com uma atividade que consistia em jogar as bexigas para cima, cuidando para que o “pintinho” não caísse no chão. Para fixar o vermelho, as professoras trouxeram várias imagens com essa cor e deixaram expostas em cartazes. Mas, o ponto alto das atividades foi a “Festa das Cores”; que aconteceu hoje (10/10), onde cada turma do Nível I trajou uma cor específica: o Nível I “A” veio de amarelo, o “B” de vermelho e o “C” de azul. Nesta festa, além do traje especial, foi proposto aos alunos que catalogassem objetos com essas três cores, separando e colocando-os em caixas que correspondessem as tonalidades. E foi assim, com muita criatividade, que as cores primárias foram aprendidas. Clique aqui e confira as fotos.

Vamos fazer chover?

Como se forma a chuva? O que é um ciclo hidrológico? Depois da experiência de hoje (11/09) os nossos alunos do 4° Ano do Ensino Fundamental I sabem responder, com absoluta certeza que não é fazendo a dança da chuva que esse fenômeno da natureza ocorre. Em sala de aula eles aprenderam que esse ciclo tem origem na evaporação. Tudo começa quando a água, dos rios por exemplo, evapora, formando nuvens que ficam carregadas e então a chuva ocorre. Esta água entra em contato com o solo, tomando diferentes destinos, uma parte é absorvida e filtrada pelo solo, e outra, como a água dos rios, evapora retornando à atmosfera para iniciar um novo ciclo. Para que os alunos pudessem observar como isso acontece na prática, a professora Joelma Aparecida Mendes, responsável pela turma, realizou a experiência que simula um ciclo hidrológico. Em um recipiente de vidro foi depositado pedrinhas de aquário, pedras normais, areia e por fim terra, nessa ordem, uma camada em cima da outra. Depois foi a hora de despejar um pouco de água e cobrir com papel filme. “Os alunos puderam observar que uma parte da água foi absorvida pelo solo que ao atingir sua capacidade de absorção empoçou, e que após algum tempo parte dela evaporou, ficando retida no papel filme formando novas gotículas que voltaram a cair. Assim, foi possível entender perfeitamente como esse ciclo ocorre”, comenta a professora Joelma. Clique aqui e confira as fotos dessa experiência.

O que é uma xilogravura?

Xilogravura – técnica de gravura muito parecida com um carimbo, a qual é feita um desenho na madeira com a ajuda de um objeto cortante, após é passado tinta por cima e carimbado em uma folha de papel. Essa técnica era bastante utilizada pelos compositores de cordel, gênero literário contado em forma de rimas em contos orais que depois são reproduzidos, no papel, por meio de desenhos e ficam expostos em cordões. Esses temas estão sendo estudados pelos alunos do 3° Ano do Ensino Fundamental I, em artes, que também tiveram a oportunidade de montar seus próprios cordéis ilustrados por xilogravuras, mas com uma técnica diferente. Eles fizeram um desenho no papel, preencheram com cola branca e esperaram secar. Depois, com ajuda de um rolo de tinta, passaram tinta preta por cima do desenho, então carimbaram em uma folha de sulfite em branco. Cada aluno contou uma história, que podia ser criada ou recontada, como foi o caso do aluno Pedro S. Casagrande, que recontou uma história de J. Borges, um dos mais conhecidos artistas de xilogravura. E depois, essas histórias ficaram expostas na sala em cordões, como manda a tradição. Veja nas fotos a habilidade dos nossos alunos artistas. [new_royalslider id=”99″]

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