Dia de supermercado em sala de aula

Supermercado e farmácia em sala de aula? Sim!!! Afinal, simular estes ambientes foi um jeito perfeito de ensinar aos alunos do 2° Ano “A” sobre as unidades de medidas quilo e grama. Com os produtos destes dois estabelecimentos expostos nas prateleiras, a professora responsável pela turma, Cleidimara dos Santos explicou com mais facilidade sobre as duas unidades de medidas aos alunos. Durante a aula, os alunos eram os consumidores e desta forma iam até as prateleiras e observavam o peso de cada produto exposto, identificando os que estavam em quilo e os que estavam em gramas. Posteriormente, eles dividiram os produtos em “leve” e “pesado” e os colocaram em ordem crescente de peso. Após a visita ao supermercado fictício os alunos iam até a “farmácia”, e desta vez, além de identificar as medidas indicadas nas embalagens de remédios eles também se pesaram em uma balança. “Com essa atividade eles vão aprender a identificar o peso dos produtos, diferenciar grama de quilo, e tudo isso de uma forma mais divertida do que só observar a apostila”, comenta Cleidimara. [new_royalslider id=”100”]

E se ferver? E se congelar? A água e seus estados…

Nada como a demonstração para contribuir com a fixação do conteúdo. E aqui no nosso Colégio isso acontece sempre que possível. Hoje (11/09), os alunos do 1° Ano “A” e “B” do Ensino Fundamental I, que estão aprendendo sobre os estados da água, foram reforçar o aprendizado de uma forma inusitada: na cozinha! As professoras Patrícia Brianese Solak e Verônica Mendes Betim, responsáveis pelas turmas, foram até a cozinha do CEI – Centro de Educação Infantil, para demonstrar as várias fases que a água se apresenta. A forma líquida é a mais conhecida, afinal basta abrir a torneira para ver a água caindo. Para conferir de pertinho a água em seu estado gasoso, as professoras colocaram a água para ferver e logo o vapor apareceu. O estado sólido foi mais divertido, afinal neste estado é possível segurar mais firmemente a água nas mãos, e foi isso que os alunos fizeram até que o gelo começou a derreter e a água escapar novamente. Além de ensinar sobre os estados físicos da água, as professoras também salientaram a importância desse elemento natural fundamental para a vida, destacando a importância que ela tem para nós, para o ambiente em que vivemos, e as consequências da falta dela. Afinal, a preservação da água começa desde cedo.   Clique aqui e confira as fotos.

Um arco-íris de aprendizado!

Você já pensou que é possível aprender sobre cores primárias com músicas, histórias e brincadeiras? Pois nós já pensamos, afinal sempre buscamos formas lúdicas de reforçar o aprendizado dos nossos alunos. E foi por meio de atividades como essas, realizadas durante esta semana, que as crianças do Nível I “A”, “B” e “C” aprenderam sobre o amarelo, azul e vermelho.  A história da “Borboleta Azul” navegou na imaginação, e se transformou em uma borboleta azul de EVA, feita pelos alunos. Suas asas foram decoradas com formas geométricas como quadrado, círculo e triângulo. Formas, que estavam na ponta da língua de cada aluno. O amarelo foi representado pela música do “Pintinho Amarelinho”, que depois de muita cantoria, foi materializada em pintinhos de bexigas amarelas. E em um momento de descontração, as professoras aproveitaram para trabalhar a coordenação e reflexo, com uma atividade que consistia em jogar as bexigas para cima, cuidando para que o “pintinho” não caísse no chão. Para fixar o vermelho, as professoras trouxeram várias imagens com essa cor e deixaram expostas em cartazes. Mas, o ponto alto das atividades foi a “Festa das Cores”; que aconteceu hoje (10/10), onde cada turma do Nível I trajou uma cor específica: o Nível I “A” veio de amarelo, o “B” de vermelho e o “C” de azul. Nesta festa, além do traje especial, foi proposto aos alunos que catalogassem objetos com essas três cores, separando e colocando-os em caixas que correspondessem as tonalidades. E foi assim, com muita criatividade, que as cores primárias foram aprendidas. Clique aqui e confira as fotos.

Vamos fazer chover?

Como se forma a chuva? O que é um ciclo hidrológico? Depois da experiência de hoje (11/09) os nossos alunos do 4° Ano do Ensino Fundamental I sabem responder, com absoluta certeza que não é fazendo a dança da chuva que esse fenômeno da natureza ocorre. Em sala de aula eles aprenderam que esse ciclo tem origem na evaporação. Tudo começa quando a água, dos rios por exemplo, evapora, formando nuvens que ficam carregadas e então a chuva ocorre. Esta água entra em contato com o solo, tomando diferentes destinos, uma parte é absorvida e filtrada pelo solo, e outra, como a água dos rios, evapora retornando à atmosfera para iniciar um novo ciclo. Para que os alunos pudessem observar como isso acontece na prática, a professora Joelma Aparecida Mendes, responsável pela turma, realizou a experiência que simula um ciclo hidrológico. Em um recipiente de vidro foi depositado pedrinhas de aquário, pedras normais, areia e por fim terra, nessa ordem, uma camada em cima da outra. Depois foi a hora de despejar um pouco de água e cobrir com papel filme. “Os alunos puderam observar que uma parte da água foi absorvida pelo solo que ao atingir sua capacidade de absorção empoçou, e que após algum tempo parte dela evaporou, ficando retida no papel filme formando novas gotículas que voltaram a cair. Assim, foi possível entender perfeitamente como esse ciclo ocorre”, comenta a professora Joelma. Clique aqui e confira as fotos dessa experiência.

O que é uma xilogravura?

Xilogravura – técnica de gravura muito parecida com um carimbo, a qual é feita um desenho na madeira com a ajuda de um objeto cortante, após é passado tinta por cima e carimbado em uma folha de papel. Essa técnica era bastante utilizada pelos compositores de cordel, gênero literário contado em forma de rimas em contos orais que depois são reproduzidos, no papel, por meio de desenhos e ficam expostos em cordões. Esses temas estão sendo estudados pelos alunos do 3° Ano do Ensino Fundamental I, em artes, que também tiveram a oportunidade de montar seus próprios cordéis ilustrados por xilogravuras, mas com uma técnica diferente. Eles fizeram um desenho no papel, preencheram com cola branca e esperaram secar. Depois, com ajuda de um rolo de tinta, passaram tinta preta por cima do desenho, então carimbaram em uma folha de sulfite em branco. Cada aluno contou uma história, que podia ser criada ou recontada, como foi o caso do aluno Pedro S. Casagrande, que recontou uma história de J. Borges, um dos mais conhecidos artistas de xilogravura. E depois, essas histórias ficaram expostas na sala em cordões, como manda a tradição. Veja nas fotos a habilidade dos nossos alunos artistas. [new_royalslider id=”99″]

Boliche e números, que combinação perfeita!

Qual número conseguimos contar se esticarmos todos os dedos de três mãos? Esta foi a pergunta realizada pela professora do Nível III “A”, Emanuele Luiza Pontes, para iniciar a aula de hoje (09/09). E a resposta dos alunos (Nível III “A” e “B”) veio em coro: 15! Que é o número que eles estão estudando. Para ficar ainda mais atrativo e dinâmico o aprendizado, as professoras das turmas preparam um jogo de boliche. Onde cada garrafa era numerada de 1 a 15 e quem derrubasse mais e acertasse falar todos os números ganhava os aplausos da torcida. Depois era a hora de fazer a subtração, se o aluno derrubou 13 garrafas, quantas garrafas faltavam para chegar ao 15? As respostas eram sempre assertivas: “2 garrafas prô!”. Para aprofundar ainda mais o conhecimento, eles também exploraram os agrupamentos, exemplo: 1 e 5 = 15, 1 e 3 = 13; e praticaram o contorno deles escrevendo-os; desenvolveram a coordenação motora e exploraram movimentos. Tudo isso jogando boliche! Tem forma mais especial para aprender e reconhecer os números?! [new_royalslider id=”98″]

“Toc Toc, quem é?” ‘

Seja para demonstrar o som de uma batida na porta ou de uma explosão, graças a onomatopeia conseguimos galgar nossa imaginação a patamares elevados. Isso porque, é através dela que conseguimos representar sons, ruídos ou imagens utilizando uma escrita expressiva por meio de traços ou desenhos. Nossa língua portuguesa é rica e envolvente, e suas regras que muitas vezes podem parecer assustadoras, tornam-se encantadoras se bem trabalhadas e aprendidas, possibilitando transformar longas histórias de vida em breves sinopses. E este é o desafio diário do Colégio Dom Bosco, ensinar de uma maneira encantadora. E por falar em onomatopeia e sinopse, estes foram os assuntos trabalhados com a turma do 1º ano “B” no dia de hoje (08/09). Para ilustrar estes temas a professora Patrícia Thuillier Brianese Solak, levou para a sala de aula filmes e cartazes, afim de tornar marcante o aprendizado. Os alunos assistiram trailers de animações e aprenderam a identificar todas as informações que deve constar na capa do DVD, como classificação, duração e gênero. Testaram seus conhecimentos sobre os filmes, participando de uma brincadeira com a professora, enquanto ela lia as sinopses, os alunos entusiasmados respondiam o nome dos filmes. A professora acredita que atividades como esta ampliam a criatividade na produção de textos e nós acreditamos que aulas como essa tornam-se inesquecíveis nas mentes dos nossos alunos. [new_royalslider id=”97″]

Jogo dos Nomes, uma oportunidade de expandir conhecimentos!

Aos 4 anos a criança já apresenta sinais de sua independência. Nesta idade a curiosidade é aguçada e os “comos” e “porquês” são palavras frequentes no vocabulário. Elas conseguem imaginar além do que se vê, por isso, nesta fase, jogos e brincadeiras são ferramentas essenciais para o aprendizado. Foi usando a brincadeira “Jogo dos Nomes” e em clima de descontração que os alunos do Nível II “A” e “B” desenvolveram atividades no dia de hoje (08/09). Em duplas, os alunos deveriam soprar uma bolinha de papel, que ao mover-se, aproximava-se de imagens dispostas no chão pelas professoras (árvore, cachorro e menina). Se a bolinha caísse na árvore, o colega que soprou deveria perguntar ao outro o nome de uma fruta; no cachorro: a pergunta era o nome de um animal; na menina: deveria questionar o nome um(a) amigo(a) da turma. A cada rodada os alunos vibravam e adquiriam mais conhecimento, já que de acordo com a regra do jogo, nomes já falados não poderiam ser repetidos e cada acerto era pontuado com um feijão para a dupla, que ao final da brincadeira seriam contados para definir a equipe vencedora. Atividades como essa possibilitam aos alunos além dos estímulos a socialização, concentração e desenvolvimento psicomotor, uma oportunidade de administrar os desafios e valorizar o mérito do colega. Sabemos que nem sempre é possível ganhar, mas devemos nos orgulhar de competir de maneira correta e dedicada, ou seja, um mix de aprendizado em única atividade! [new_royalslider id=”95″]

Independência ou morte!

Durante esta semana, nossos alunos tiveram um tema em particular para abordar em suas atividades: o 7 de setembro. A data que comemora a Independência do Brasil foi trabalhada essa semana em sala de aula pelos professores, teve exposições de artigos e cartazes representando algumas características das diferentes regiões do país, e hoje (04/09) foi o dia de encerrar as atividades de uma forma especial. Nossos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio participaram da palestra com o nosso professor de Sociologia, Marcelo Aloysio de Carvalho. Durante sua fala ele passou um vídeo que, em 15 minutos, contou a história do Brasil desde a Proclamação da Independência até os dias atuais. Falou um pouco também da desigualdade existente em nosso país e da missão que nossos estudantes e a população em geral têm. “Cabe a nós lutarmos pela igualdade entre as pessoas, principalmente vocês, que são o futuro do nosso país”, comentou o professor. No período da tarde, nossos alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I assistiram as apresentações preparadas pelos alunos do Maternal, do Nível I “B” e do 2° ano “B”. Teve dança, e dois teatros muito legais contando de formas diferentes a história de como a Independência foi declarada. Os alunos adoraram, e foi possível ouvir várias gargalhadas com a forma leve e divertida que os atores encenaram. Confira as fotos com esse momento de descontração e aprendizado! [new_royalslider id=”94″]

Português e Matemática juntinhos

Os alunos do 1° Ano “B” realizaram uma atividade hoje (02/09) que contemplava assuntos relacionados com as matérias de Português e de Matemática, e claro, tudo de uma forma bem divertida e de muito aprendizado. Eles analisaram panfletos de supermercados e o cardápio da nossa cantina para fixar a leitura e identificar as informações. Depois, simularam uma padaria, e revezaram entre as atividades de padeiro e cliente, usando alguns recursos existente neste tipo de estabelecimento, como: balança, dinheiro (de brincadeira) e pão. “Com esta atividade, foi possível abordar simultaneamente dois assuntos de matérias distintas que eles estão aprendendo: a leitura e a informação, dentro da matéria de Português, e também as medidas, da matéria de Matemática. Na simulação da padaria, o ‘padeiro’ tinha que informar ao ‘cliente’ o peso total do pão que ele estava comprando. O ‘cliente’, por sua vez, lhe entregava o dinheiro para pagar o produto, e em alguns momentos foi exigido a devolução do troco”, explicou a professora, Patrícia Solak. Isso mostra o quanto buscamos oferecer um aprendizado de excelência aos nossos alunos, através da dedicação e criatividade do nosso corpo docente. Aqui é assim, Matemática e Português sendo ensinadas de uma forma muito eficiente e divertida. [new_royalslider id=”93″]

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